Daniel Garner era uma pessoa feliz e com uma boa vida. Um dia decide levar o amor da sua vida a jantar fora, para comemorar o aniversário dela da melhor maneira. Contudo, o tempo prega-lhes uma partida. Garner não desiste do seu intento e conduz o seu potente carro mesmo pelo meio do temporal, distraído acariciando a sua amada, choca frontalmente com uma carrinha que vinha em contra-mão!
As próximas recordações de Daniel, já são num sítio que ele mais tarde vem a identificar como sendo o Purgatório. Passados trinta anos a lutar contra demónios que constantemente lhe tentavam roubar a alma, Daniel é contactado por um enviado de Deus, que lhe incumbe uma difícil tarefa – eliminar os quatro generais de Lúcifer!
É aqui que entramos em cena, num jogo que nos oferece milhares de inimigos para matar, muito ao género de Serious Sam, mas com tiques muito góticos.A equipa que criou este jogo, tentou combinar os três ingredientes base para um bom jogo de acção, duma forma muito simples. Painkiller é um jogo rápido, com poucos ou nenhuns pontos mortos, tem inimigos aos milhares, e é sobretudo, bastante simples de jogar, com poucas armas e poucos atalhos no teclado.
O jogo tem uma física muito interessante mas com alguns problemas, derivados do facto, do movimento não ser aquele que à partida estava planeado pelos programadores. O que a princípio estava destinado a ser algo muito parecido com o movimento do Quake I, acabou por ficar num ponto intermédio, que nem é carne nem peixe.